2018 Parte I – Folclore, Monstros, Zumbis e Paimon

O que de melhor e pior aconteceu no primeiro semestre


Há algum tempo me ofereci/fui convidado a integrar o corpo editorial do 101 Horror Movies, encabeçado pelo ilustre Marcos Brolia. Na época, propus ao Jefe uma nova seção, voltada para lançamentos e que corresse em paralelo a famigerada e saudosa lista dos 1001 filmes de terror, cujo retorno o povo tanto aguarda.

Clássicos a parte, tenho uma predileção já conhecida pelo terror contemporâneo. Algo como um misto de identificação pessoal com a temporalidade e a estética atual, e um interesse em conhecer mais sobre os demônios da modernidade encarnados no cinema. Nem preciso dizer o que penso a respeito daquele papo de “não se fazem mais bons filmes de terror”.

Com isso em mente, trago aqui um outro tipo de texto, que pretendo tornar recorrente. A ideia é, semestralmente, discutir o que vem sendo realizado nesse mundo, possivelmente lançando uma luz sobre novas tendências e destacando longas que, porventura, escapem aos olhos da maioria.

E qual lugar melhor para começar, que não o nosso próprio país?

Horror à Brasileira

Por mais de uma década, a dupla dinâmica Juliana Rojas e Marco Dutra tem se dedicado ao cinema de gênero. Em meio a diversos curtas e longas de qualidade, destaco Um Ramo e O Duplo como meus favoritos, verdadeiras aulas de atmosfera e perturbação. As Boas Maneiras, tido como um conto de fadas licantrópico que pudemos conferir em cinemas de todo o Brasil nos últimos meses, é a novíssima empreitada desses dois, que acrescenta um twist próprio ao subgênero. Ah, pra quem curte lobisomens, Wildling também está aí pra tirar poeira dos lobos.

Às vésperas do lançamento de As Boas Maneiras, o colega redator Guilherme Lopes realizou uma curadoria bem legal, com análises de Trabalhar Cansa, Sinfonia da Necrópole e O Silêncio do Céu, essenciais para quem quiser conhecer mais sobre a filmografia de Rojas e Dutra.

“Olha eu vou te mostrar, como é belo esse mundo…”

Salto então para O Nó do Diabo, antologia que mescla terror real com o ficcional. O quarteto Ramon Porto Mota, Ian Abé, Gabriel Martins e Jhésus Tribuzi vai até o período de escravidão para trazer adiante as raízes do racismo e do sofrimento vivido pelos negros, que ressoa até o presente. O manejo das formas do cinema de gênero permite uma aproximação bem inusitada e pra lá de relevante, talvez assemelhando-se ao americano Corra!, de Jordan Peele, dado o teor político. Assim como o anterior, esse daqui também teve um lugar garantido no cinemão de shopping, mostrando o nosso horror cada vez mais acessível.

Para os próximos meses a lista se expande magistralmente com O Animal Cordial, primeiro longa-metragem de Gabriela Amaral, que já assinou a direção de alguns curtas, como Estátua!, e incontáveis roteiros dentro e fora do horror, sendo o mais conhecido o de Quando Eu Era Vivo, que escreveu juntamente com Marco Dutra.

Outro título que está causando burburinho na rede mundial de computadores, graças ao trailer pra lá de tenebroso é Morto Não Fala, também longa-metragem de estreia de Dennison Ramalho, figura que já trabalhou ao lado do icônico Mojica no roteiro de A Encarnação do Demônio e representou o Brasil na antologia gringa ABCs da Morte 2, com o segmento J is for Jesus. Pra quem quiser um gostinho da obra do cara, recomendo os curta-metragem Ninjas e Amor Só de Mãe. Mas já fica o aviso, prepare o estômago e deixe a religião em casa.

E pra finalizar essa retrospectiva brazuca que já virou prévia, A Mata Negra! O capixaba Rodrigo Aragão, já há alguns anos visto como o herdeiro do Zé Caixão – baita responsa, diga-se de passagem – retorna com seu horror que gosto de chamar de “folgore”, misturando elementos folclóricos do nosso país com todo tipo de escabrosidade e grotesquidão. Falando nisso…

Lendas Urbanas e Folclore

…Se traçarmos uma linha temporal que abarque a trajetória das narrativas de horror, sempre retornaremos a oralidade dos povos antigos, aos cautionary tales, que preveniam os mais incautos sobre males do mundo, as lendas e aos mitos. No presente, talvez seja por meio do nosso amado gênero cinematográfico que muitas dessas estórias não apenas perduram, como também, alcançam novos ouvintes-espectadores.

Recentemente, graças ao trabalho árduo e independente do cineasta Patrick Magee, conheci um outro lado da história dos Pé-grande. Em Primal Rage: The Legend of Oh-Mah, descobri que o simpático e misterioso Bigfoot se instaurou no imaginário popular bem antes daquela afamada fotografia. A criatura é proveniente de lendas dos povos indígenas nativo-americanos e alguns desses povos se referiam a ele como Oh-Mah. E falando em criaturas provenientes de mitologias nativas, tivemos também um urso-polar-demônio-esquimó em The Terror, série classuda da AMC, com produção de Ridely Scott, e baseado em fatos reais sobre dois navios britânicos que se perdeream no Ártico no começo do século passado.

Dentre os grandes destaques desse ano está o “original” Netflix O Ritual, que deu as caras durante o carnaval e foi dissecado pelo nosso Editor-Jefe. Com o tradicional papo de amigos viajando em lugares ermos, a trama se constrói em torno de uma entidade oriunda do folclore escandinavo. E meus amigos, que entidade! Me pergunto se o bichão não seria a criatura mais impressionante que já deu as caras nas telas…

E desde quando cervo sobe em árvore?

Deixando de lado as bestas-fera, é preciso falarmos sobre assombrações históricas, mais especificamente aquelas da casa mais mal-assombrada dos States. Possivelmente o primeiro terror a chegar às telonas neste ano de Copa do Mundo (esquecível para o Brasil), A Maldição da Casa Winchester, dos irmãos Spierig, contou sua versão sobre uma das lendas urbanas mais fortes no país de Donald Trump, envolvendo uma herdeira multimilionária com um desejo insano de aplacar espíritos perturbados.

Aproveitando o gancho, cabe ainda menção à Victor Crowley, quarta parte do slasher contemporâneo de Adam Green, Terror no Pântano, que já conta com um notável status cult entre os fãs do gênero, principalmente nos Estados Unidos.

Ao contrário dos outros mencionados até então, este não se trata de uma recontagem de algo já existente, mas a visão original de um aficionado que criou sua própria lenda urbana, inspirado por personagens como Jason e Freddy. Falando nisso, fica aqui uma extensão temática para recomendar a série Channel Zero que, em sua terceira temporada, segue firme com a temática de lendas urbanas ficcionais e creepypastas da Internet.

O Homem é o Lobo do Homem

“Temeis ao próximo”, já diziam os antigos profetas! Assombrações podem tirar nosso sono e monstros nos arrepiam os cabelos, mas no fim das contas, a ameaça mais palpável e cotidiana compartilha todos os atributos físicos com nós mesmos. Seguem então alguns dos longas mais mundanos do momento, recheados de assassinato, estupro, vingança, tortura e insanidade.

Em Vingança, da diretora francesa Coralie Fargeat, há uma subversão do controverso rape/revenge, removendo os aspectos possivelmente fetichistas presentes na parte do estupro e maximizando a potência da vingança, tudo com uma estética elétrica e alucinada, lidando com a cultura do estupro à bala.

Já em Ghostland, as mocinhas passaram um sufoco talvez um pouco mais perturbador, ao encarar uma dupla de assassinos em série grotescos que mais se assemelham a figuras folclóricas, como se fossem um bruxo e um ogro. Essas duas long métrage possuem um elemento em comum que captura a atenção de qualquer interessado no horror contemporâneo, a recém bicampeã do mundo France.

Ao passo que Coralie traz à tona toda a violência gráfica do New French Extremity, o último é obra de Pascal Laugier, responsável pela apoteose desse movimento cinematográfico francês. Apesar de serem herdeiros, compartilham poucos elementos em comum entre si.

Faster, Pussycat! Kill! Kill!

Nessa pegada serial killer, os mais comentados ainda são Meu Amigo Dahmer, cinebiografia do infame canibal de Milwaukee Jeffrey Dahmer que reconta a adolescência perturbada do jovem de classe média que cresceu para se tornar um dos mais notórios monstros da cultura americana.

E, no campo da ficção, Os Estranhos: Caçada Noturna ressuscita um trio slasher mascarado da década passada de maneira bem efetiva diante dos olhos do público. A fita causou um rebuliço por aí, apesar de não ter me encantado muito, mesmo trazendo um dos set pieces mais impressionantes do cinema como um todo em 2018, a tal cena da piscina que por pouco não ressignificou para sempre o clássico romântico Total Eclipse of the Heart, da cantora Bonnie Tyler.

A lista de vitimados por homens maus se estende a Netflix, que dispôs em seu catálogo alguns originais como o lento Vende-se Esta Casa, que ao menos garante um final incomum, e os pouco memoráveis latino americanos What the Waters Left Behind e Romina, o primeiro destrinchado aqui no 101 e o segundo ainda na fila.

Os Mortos-Vivos Pós-Romero

O mestre nos deixou ano passado, mas seu legado continua imensamente prolífico, no ano em que o seminal A Noite dos Mortos-Vivos completa seu aniversário de número 50 (assim como O Bebê de Rosemary, diga-se de passagem)Nas telinhas, The Walking Dead está cambaleante, engendrando um crescente desgosto entre os fãs cansados da encheção de linguiça novelesca que o próprio Romero tanto execrou.

Os longa-metragem de zumbi são um caso à parte.

Retorno a França mais uma vez para falar sobre A Noite Devorou o Mundo, que coloca um carinha desnorteado em uma Paris sitiada por cadáveres ambulantes. Dirigido por Dominique Rocher, junta-se à um pequeno e pouquíssimo apreciado/conhecido ramo do cinema de horror francês moderno que entregou alguns filmes de zumbi bem interessantes, como o insano Legião do Mal, de Yannick Dahan e Benjamin Rocher, Mutants de David Morlet e o muitíssimo apropriado Goal of the Dead, também dirigido por Benjamin Rocher, dessa vez em parceria com Thierry Poiraud. Fica a dúvida se há algum parentesco entre Benjamin e Dominique Rocher. No mais, Vive la République!

Negan? F**** C******!

E mais uma vez é preciso falar de Netflix, pólo cinematográfico internético onde foi lançado o drama zumbificante Cargo, adaptação em longa-metragem do fantástico curta homônimo que conquistou diversos prêmios em festivais, alguns anos atrás. Sofre do mesmo mal que a maioria das adaptações parecidas, com um enredo esticado até quase arrebentar. Não deixa de ser um passatempo interessante.

Então temos a ofensa-mor à memória de Romero, que atende pelo nome Day of the Dead: Bloodline. Me recuso a continuar falando sobre…

Como nem só de zumbis viveu Romero, indico com tranquilidade Mom and Dad, fita completamente desvairada de Brian Taylor, um dos meus cineastas prediletos, que possui um talento nato para o mais absoluto frenesi cinematográfico. O motivo do filme é bem semelhante ao de O Exército de Extermínio, porém colocando pais contra filhos. E claro, estrelando Nicolas Cage, esse MONSTRO do cinema.

À Beira da Loucura

Dentre os grandes nomes da literatura trevosa, é possível que a mente criadora mais influente nos nossos tempos seja H.P. Lovecraft e seu horror cósmico, indizível e enlouquecedor. Aniquilação e O Culto, dois dos filmes mais poderosos do ano, estão aí para comprovar essa teoria.

Aniquilação, novo de Alex Garland, coloca um grupo de mulheres cientistas em uma redoma viva, tendo de lidar com manipulações grotescas da fauna, flora e de suas próprias mentes. Um horror incompreensível, vindo diretamente do espaço, retratado por um dos diretores de maior potencial da atualidade, sem dúvidas um forte candidato à melhor do ano.

O Culto, por sua vez, é a obra-prima da dupla Justin Benson e Aaron Moorhead, nomes proeminentes no cenário independente, graças à sua breve e memorável filmografia que inclui Resolution e Primavera. Com uma carreira ainda breve, a cosmicidade do horror e o diálogo constante com o próprio cinema compõem a totalidade de seus filmes.

Você tá com micose moço, só passar vodol que melhora.

Tendo a loucura como mote central, o bem estabelecido Steven Soderbergh joga com o estado de saúde mental de uma personagem em Unsane, notado por ter sido filmado em um iPhone. Tal loucura não parece ter raízes no sobrenatural, mas manicômios têm sempre um Q lovecraftiano.

Puxando a sardinha para o lado da ficção científica, trago ainda Cloverfield: Paradox, terceira parte de uma série que tem se reinventado, apresentando múltiplas dimensões e seres monstruosos vindos do espaço. Mesmo que com abordagem pra lá de genérica ao tema, é um bom passatempo e abre um precedente interessante para a próxima parte, Overlord, outro lançamento aguardado para o segundo semestre.

Besta Enjaulada com Ódio

Dentro dessas categorias previamente descritas, os monstros são bastante recorrentes, como se espera. 2018 sai na frente com larga vantagem na corrida pelas criaturas mais impressionantes graças à Aniquilação e O Ritual.

No primeiro, o destaque fica por conta de um urso de crânio exposto que imita vozes humanas agonizantes, provocando todo tipo de desespero. A besta não é a única criatura antinatural que dá as caras por lá, mas sem dúvidas é a mais sui generis e arrepiante. O bichão macabro de O Ritual é ainda mais difícil de descrever, merece ser conferido de perto. Confie em mim, é razão suficiente para se dar uma chance ao filme.  

Talvez até mais popular e mais assistido que Hereditário, Um Lugar Silencioso (e um favorito para muitos) também entra para o hall dos monstrengos mais incríveis da atualidade. Nem a solução mais óbvia e telegrafada para derrotá-los interfere no quão impressionantes eles são. Em termos de popularidade e aceitação, a fita de John Krasinski é outro dos grandes marcos de terror de um ano que, muito provavelmente, entrará para a história do gênero.

Era só todo mundo correr pra biblioteca que o filme acabava…

Sua Religião Não Irá te Salvar

Não é por acaso que a “categoria” sobrenatural aparece por último aqui, já que o filme de terror do ano aqui reside. Antes de falar sobre o triunfo maior de 2018, que atende pelo nome Hereditário, ei de discorrer sobre alguns outros longas de menor magnitude.

Coloco-me em um grupo menor que considera Sobrenatural o melhor filme de James Wan, acima de Invocação do Mal. Algo no aspecto extra planar e insidioso abordado no caso da família Lambert me intriga muito mais que os contos cristãos dos Warren. Sobrenatural: A Última Chave continua retomando as origens da paranormal Elise, expandindo o universo sombrio que se desenrola para o infinito e além. As entidades sobrenaturais criadas para a franquia são o ponto mais alto da obra que hoje mais se associa à Leigh Whannell que ao próprio Wan e que segue alimentando a máquina chamada Blumhouse.

Alguns filhos da produtora de Jason Blum tornaram-se lendas contemporâneas, especialmente Fragmentado e Corra, não obstante ainda aparecem uns caçulinhas comendo pelas beiradas, tentando surfar no nome da família. Infelizmente, a taglineDos Produtores de Corra!”  é incapaz de salvar Verdade ou Desafio de ser uma galhofa total. Mirando o público adolescente, apresenta uma espécie de demônio brincalhão com vocação pra YouTuber. Outra benção destinada à essa mesma galerinha é Selfie Para o Inferno, cujo nome já diz tudo. 

O já mencionado A Maldição da Casa Winchester também opera no campo dos fantasmas, com aparições bem classiconas e o tradicional espírito vingativo. Mas pra quem quer curtir uma assombração no melhor estilão filme gótico de época, The Lodgers talvez seja uma pedida melhor. Nas palavras do Editor-chefe, é um entretenimento sobrenatural honesto!

Retomando o tema franquias, relembro-lhes a existência de Hellraiser: Judgment, a décima parte das aventuras de Pinhead. É, sem sombra de dúvida, um excelente representante dessa série que tem como característica primordial a falta de qualidade. E pensar que Hellraiser: Renascido do Inferno é um clássico absoluto do gênero…

E então, é chegada a hora de celebrarmos Paimon. Hereditário cruza espíritos e demônios de maneira ambígua, porém invariavelmente aterradora. O potente drama humano, reforçado por performances históricas, uma atmosfera esmagadora e cenas de mais puro pavor tornaram-no um suposto sucessor de O Exorcista e o mais forte candidato à enfrentar A Bruxa no páreo de terror do século XXI até o presente momento. E pensar que ambos são filmes de cineastas estreantes…

Em 2014, o diretor Anthony DiBlasi lançou Last Shift, película surpreendentemente aterradora que também traz como vilão um capiroto chamado Paymon, igualmente referenciado como um “rei” do inferno com um secto de loucos aos seus pés. Aparentemente o Rei Paimon é o demônio a ser temido nos dias de hoje. Será que Pazuzu pode descansar?

Tu vai acordar com a boca cheia de formiga rapá!

2018 Parte II  

Quando assisti Corrente do Mal pela primeira vez, no fatídico dia 08 de maio de 2015, fui possuído por uma satisfação inenarrável. Senti ter me deparado com um marco cinematográfico horripilante, daqueles que me fizeram apaixonar pelo gênero e então ali, naquele momento, compreendi que tal experiência não se repetiria por um longo tempo.

No ano seguinte, A Bruxa destruiu minhas convicções da maneira mais poética e maléfica possível. Um novo patamar de horror contemporâneo surgia diante de meus olhos. Acreditei então, piamente, que tão cedo não apareceria outra obra tão poderosa. E aí os coreanos me provaram errados mais uma vez com O Lamento. “Chega, esse é o limite!”, pensei com meus botões. E então, Hereditário.

Muita coisa controversa já se passou nesse ano e muita coisa ainda há por vir. A única certeza que tenho é de que o horror vive seu período mais fértil em mais de uma década e essa trajetória parece ser ascendente .

Além dos filmes brasileiros vindouros, a lista se prolonga com títulos insanamente promissores. Fiquem então com uma listinha pra vocês ficarem de olho!

– A Mata Negra

– Morto Não Fala

– O Animal Cordial

– Halloween

– Suspiria

– O Predador  

– A Freira

– Mandy

– Unfriended: Dark Web

– Upgrade

– The First Purge

– The House That Jack Built

– Hold the Dark

– Housewife

Por aqui no 101HM, as opiniões estão divididas sobre quais são os melhores e quais são os mais aguardados. Seguiremos com nossas análises até o fim do ano, trazendo o que há de melhor e pior no horror contemporâneo. Pode cobrar!

“Me chame pelo seu nome”


Daniel Rodriguez
Daniel Rodriguez
Fã de horror em suas diferentes formas, principalmente cinematográfica. Incapaz de adentrar igrejas, pelo risco de combustão espontânea, dedica sua vida pagã a ensinar inglês, escrever sobre o gênero e, mais recentemente, fazer seus próprios filmes.

2 Comentários

  1. leo disse:

    Excelente texto, vou assistir alguns quando tiver tempo.

  2. Luciano de Miranda disse:

    Fantástico resumo! Parabéns.

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