385 – Alien – O Oitavo Passageiro (1979)

Alien

1979 / EUA / 117 min / Direção: Ridley Scott / Roteiro: Dan O’Bannon, Ronald Shusset / Produção: Gordon Carroll, David Giler, Walter Hill, Ivor Powell (Produtor Associado), Ronald Shusett (Produtor Executivo) / Elenco: Sigourney Weaver, Tom Skerrit, John Hurt, Ian Holm, Veronica Cartwright

 

“No espaço, ninguém irá ouvir você gritar”. Essa é a famosa tagline de Alien – O Oitavo Passageiro de Ridley Scott. Ah, mas eles gritaram. E muito! Afinal, Alien é a mais perfeita amálgama entre os filmes de terror e ficção científica, e nenhum outro longa antes mostrou uma ameaça alienígena tão implacável em um ambiente extremamente claustrofóbico, trazendo à flor da pele nossos medos mais primais.

Eu lembro a primeira vez que assisti Alien – O Oitavo Passageiro, provavelmente em uma Tela Quente da vida. Deveria ser final dos anos 80. Puta que pariu, como eu fiquei com medo daquele filme. Havia sido o filme mais assustador que já tinha visto na vida e o que fiquei mais impressionado. Cagava de medo da ideia da criatura estar espreitando no meu quarto ou no corredor da minha casa. Olha a viagem!

Esteticamente falando Alien é perfeito. Revendo o filme para escrever esse texto, fico impressionado como ainda hoje a forma do monstro impressiona, mesmo com mais de 30 anos passados. Forma essa criada pelo maluco designer suíço H. R. Giger, que também contribuiu com a criação do visual do planeta e da nave onde o parasita da criatura é encontrado. Além disso a arte conceitual do filme é do quadrinista francês Moebius. Giger claramente tem uma mente doentia, distorcida e sombria. Só isso explica a forma que ele deu a bizarra criatura. Já Ridley Scott merece todos os méritos do filme, por sua ambientação, doses cavalares de suspense e tensão, cenas de sustos impactantes, corredores e mais corredores escuros e apertados e muita nojeira. Afinal, a possibilidade de Alien – O Oitavo Passageiro virar um ridículo filme B era muito grande. Ponto para Scott. Sendo que o roteiro de Dan O’Bannon comprado pela FOX já havia sido descaradamente inspirado em um filme tosco de alienígena da década de 50, chamado O Terror Veio do Espaço.

Foi a azeitona da empada…

O cargueiro espacial Nostromo, composto por sete tripulantes, recebe um sinal de socorro de um inóspito planeta e interrompe a sua volta à Terra para que a tripulação averigue esse sinal, que supostamente parte de uma forma de vida orgânica. O capitão Dallas (Tom Skerrit) desce ao planeta junto com Lambert (Veronica Cartwright) e Kane (John Hurt), deixando na nave a impetuosa tenente Ellen Ripley (imortalizada por Sigoruney Weaver), os mecânicos representantes da classe operária Brett (Harry Dean Stanton) e Parker (Yaphet Kotto) e o oficial cientista Ash (Ian Holm). No planeta encontram uma nave e Kane é infectado por uma parasita que fixa-se ao seu rosto (o famoso facehugger), depositando um embrião do alienígena no seu sistema digestivo. Bom, acho que todo mundo já sabe o que acontece na sequência, né?

A fantástica cena quando o alienígena explode a barriga do seu hospedeiro em pleno jantar tem um fato curioso: ela foi filmada com os demais atores da mesa sem saber o que iria acontecer exatamente. Scott queria uma reação real de medo e choque. E nota-se isso principalmente na personagem de Veronica Cartwright, que é a mais atingida pelo banho de sangue que jorra do peito aberto do pobre Kane. Daí para frente, os tripulantes tentam, sem um pingo de sucesso, caçar a criatura pelos labirintos claustrofóbicos da nave, enquanto vão morrendo um por um. Fora isso, a tripulação ainda têm de lidar com a trairagem de Ash, que na verdade é um androide a serviço da companhia que só quer a criatura viva para usá-la como arma, sendo que o resto da tripulação da Nostromo é descartável.

Alien também seria responsável por catapultar Sigourney Weaver ao sucesso, criando a figura de uma das mais emblemáticas heroínas no cinema e colocando uma mulher forte no comando de uma situação em que historicamente, tratando-se do cinema de terror, elas são histéricas, inúteis e as primeiras a morrerem. Na sequência final, Ripley deveria ficar nua para mostrar a fragilidade do corpo humano em comparação a máquina de matar perfeita que era a criatura. Porém para não tomar uma classificação indicativa ainda maior, a FOX vetou a ideia. Uma pena!!!

O que será que tem aqui dentro?

Os efeitos visuais também são determinantes para o sucesso do filme, levando o Oscar daquele ano, graças a mistura grotesca de elementos orgânicos e mecânicos criada por Giger, e pela beleza da criatura, que nunca é mostrada por inteiro, e é interpretada de forma suave e curvilínea pelo bailarino massai Bolaji Badejo. Engraçado que ver Alien hoje em dia, tirando a defasagem tecnológica dos computadores e instrumentos de navegação, o filme continua assustadoramente atual.

A versão do diretor tem seis minutos a mais de duração do que a vista nos cinemas, e isso inclui uma interessante cena onde Ripley encontra os corpos de Dallas e Brett quase sem vida, presos na parede por uma gosma, para serem utilizados posteriormente como futuros hospedeiros do alienígena. Na sequência, Aliens – O Resgate de James Cameron, essa particularidade do monstro é bastante utilizada.

Falando em sequência, ao contrário de muitos dos filmes de terror,  o comando da franquia sempre foi entregue para diretores com visões criativas bem diferentes, mas que sempre tinham algo interessante para acrescentar à mitologia. Cameron transformou a segunda parte em um filme de ação recheado de ótimos efeitos especiais e introduziu o conceito da colonização de outros planetas, da terraformação e da Alien Rainha. David Fincher, que depois se tornaria ultracool com produções como Seven – Os Sete Crimes Capitais e Clube da Luta, dirigiu Alien³ e fez um filme ainda mais claustrofóbico que o primeiro, mais sujo, brutal e sangrento, além de dar uma característica quadrúpede inédita para o monstro, ao ser gestado dentro de uma vaca, deixando claro o seu perfil xenomórfico. O quarto filme, em compensação, é uma decepção sem tamanho. O francês Jean Pierre Jeunet tentou dar um ar artístico europeu em Alien – A Ressurreição e acabou por enterrar a franquia, depois ridicularizada pelos seus vexatórios embates com o Predador, outro alienígena da FOX. Mas Prometheus, prequela recém-lançada nos cinemas, novamente com o toque preciso de Ridley Scott na direção, mesmo se distanciando do universo da criatura, elucida algumas características levantadas em Alien – O Oitavo Passageiro, deixando dezenas de outras em aberto, mantendo a franquia viva nos debates entre os fãs.

Ninguém irá ouvir você gritar. Mas você vai…

Serviço de utilidade pública:

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Download: Torrent + legenda aqui.

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Marcos Brolia
Marcos Brolia
Jornalista, editor e idealizador do 101HM, é fanático por filmes de terror (ah, vá!) desde que se conhece por gente, dos classudos aos mais bagaceiras. Adoraria ter um papo de boteco com H.P. Lovecraft e virar um shot toda vez que ele falasse a palavra “indizível”.

0 Comentários

  1. Laércio Hypólito Junior disse:

    Esse filme é perfeito! Você o descreveu muito bem, um perfeito amálgama de terror e Sci Fi! nunca envelhece. Assisti um pouco antes de ver Prometheus para matar a saudade.

  2. Pelego disse:

    Legendas estão em ingles tbm. Muito bom blog, Parabéns…

  3. Marcos Brolia marcosefe disse:

    Olá amigo! Obrigado pelo elogio. Engraçado, eu testei aqui a legenda está em português BR. Estranho…

    Mas obrigado pelo toque de qualquer forma!

    • Clausner disse:

      O Terror SciFi é dos tipos de terror que mais gosto: Alien, Enigma de Outro mundo, Força Sinistra, A Experiência, Estranhos Invasores,… até o tosco Galáxia do Terror gostava… mas Alien é sensacional. Pra mim, nem precisava de continuações. Alien junto com Tubarão definiram meu gosto pelo terror.

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  11. Luis disse:

    Link quebrado Marcos.

  12. oscar_b disse:

    Apesar de morrer de medo de filme de terror, quando eu era moleque e adorava Alien, tanto o filme quanto aquele jogo do master system.
    Quanto ao filme, revi ele recentemente e é impressionante! Não envelheceu nada e ainda é acho que até poderia ser lançado tranquilamente no circuito cinematográfica que pouca gente iria perceber que é de 79. As únicas coisas que talvez entregue a idade no filme são computadores da Nostromo (no melhor estilo Prompt do DOS) e o cabelo da Sigourney Weaver.
    Muito legal relembrar alguns filmes que já havia esquecido.
    Abraço

    • Hey Oscar. Eu também tinha uma baita medo do Alien quando era pequeno. Acho que na real foi o único filme que eu realmente tive medo!!!!

      Sim, ele é um filme atemporal. Tirando mesmo os computadores e alguns efeitos visuais defasados, de resto é muito melhor que vários filmes B de sci-fi que vemos por aí até hoje em dia.

      Obrigado por comentar.

      Abs

      Marcos

  13. Paulão Geovanão disse:

    Hahaha! Medinho do Alien? Essa foi boa!

  14. Só uma correção: Bolaji Badejo é homem. =P

  15. Alexandre disse:

    Não acho que Alien tenha efeitos especiais defasados. Defasado no contexto cinematógrafico soa pejorativo, pois se o filme tem efeitos defasados seria em relação a quando? A hoje, daqui 30 anos, 100 anos? Os efeitos especiais de hoje parecem perfeitos para nós, porque nosso horizonte é limitado por nosso presente. Mas como os filmes de hoje serão vistos pelas pessoas que viverão no futuro? Com certeza como defasados, se elas tiverem o olhar pejorativo. Desculpe-me a irritação, mas me incomoda quando alguém diz que tal filme possui efeitos defasados ou é datado, como se a nossa época também um dia não se tornasse defasada ou datada. O máximo que se pode dizer é que um filme possui efeitos bons ou ruins no contexto em que ele foi produzido. E nesse sentido, Alien é perfeito.

    • Bom, Alexandre, se você ler direito eu não disse em nenhum momento que os efeitos especiais são defasados. Eu escrevi a seguinte frase: “defasagem tecnológica dos computadores e instrumentos de navegação”. E sim, é uma defasagem tecnológica, a mesma coisa que hoje você ver um PC 486 ou um celular tijolo da Motorola em filmes dos anos 90, ou vai ser defasado alguém ver um filme daqui a 20 anos com um sujeito usando um iPhone. Porque tecnologia realmente fica defasada e obsoleta, isso é inevitável, e o cinema retrata isso. Mas não falei em efeitos especiais. E mais, disse que continua assustadoramente atual e lá em cima no texto elogio toda a ambientação e aspecto do monstro, mesmo tendo se passado 30 anos.

      E concordo com você, Alien é perfeito (para mim em todos os sentidos) e não disse o contrário no texto.

      Abs

      Marcos

  16. Paulão Geovanão disse:

    Eu tinha medo do Chucky. Hoje tenho medo dos filmes dele, cada vez piores.

  17. mansom disse:

    Esse filme `e um classico,lembro quando passava nas madrugadas da globo…o silencio da noite,o som vindo do filme,aquela sensacao de imensidao do espaco….nostromo rs

  18. Allan disse:

    Oitavo passageiro? Mas e o gato? ehehe
    Enfim, vi recentemente e continuo achando um ótimo filme.

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