690 – A Noiva de Chucky (1998)

poster3

Bride of Chucky

1998 / EUA, Canadá / 89 min / Direção: Ronny Yu / Roteiro: Don Mancini / Produção: Grace Gilroy, David Kirschner (Produtores); Laura Moskowitz (Coprodutor); Don Mancini, Corey Sienega (Produtor Executivo) / Elenco: Jennifer Tilly, Brad Dourif, Katherine Heigl, Nick Stabile, Alexis Arquette, Gordon Michael Woolvett, John Ritter, Lawrence Dane

 

Mas se os slashers movies estavam de volta com tudo, e até o Michael Myers fora revivido, porque não trazer Chucky de volta? Partindo dessa ideia, Don Manici resolveu reviver sua criação de plástico tão famosa. Diferente de todas as outras cineséries, como Sexta-Feira 13, A Hora do Pesadelo, O Massacre da Serra Elétrica ou Halloween, a franquia derivada de Brinquedo Assassino sempre teve seu idealizador por trás, escrevendo, dirigindo ou produzindo os longas. Só que dessa vez ele resolveu mudar completamente o tom da brincadeira e em A Noiva de Chucky finalmente se deu conta que um boneco possuído pelo espírito de um macumbeiro que mata a galera, não deveria ser levado a sério.

Tá beleza, o primeiro filme meteu medo em muita gente, fez os pais de uma molecada ter de jogar bonecos de seus filhos na lata do lixo, criou mais um eterno movie maniac, mas isso foi no ano de 1988, funcionava ali naquele contexto. Dez anos depois, impossível se querer fazer um filme sério, ainda mais com um personagem tão ácido e escrachado como o Chucky, e tendo em vista a bela da porcaria que foram as duas sequências.

Então Manici em decisão acertadíssima construiu seu A Noiva de Chucky como uma paródia de si mesmo, dos filmes slashers, dos estereótipos dos anos 80 e dos anos 90, um homenagem ao clássico A Noiva de Frankenstein, e voilá, está aí o melhor filme de Chucky desde que Tom Holland colocaria Charles Lee Ray atrás do insuportável Andy Barclay uma década antes.

Sangrento, com possibilidades de almôndegas

Sangrento, com possibilidades de almôndegas

Tem gente que malha essa quarta parte mais que Judas em Sábado de Aleluia, assim como sua sequência, O Filho de Chucky, dizendo que ele perdeu a essência, que os outros filmes eram de suspense e assustadores, blá, blá, blá. Sério mesmo? Era assustadores quando você era um pivete né? Já os assistiu novamente? Pelo menos em A Noiva de Chucky rola um escracho geral, Brad Dourif adiadíssimo como Chucky, Jennifer Tilly canastra pra cacete, aqueles dois bonecões horríveis, sacadas incrivelmente perspicazes e tudo mais. E outra, pegue o execrável A Maldição de Chucky, no qual Mancini tentou retomar a suposta “seriedade” e me responda se é bom.

Começa com uma bela homenagem quando um policial invade um depósito de provas para roubar o famigerado boneco Bonzinho e lá dentro temos uma máscara de hóquei, uma serra elétrica, a máscara do Michael Myers, e a luva do Freddy Krueger. A encomenda foi feita por Tiffany, a personagem de Jennifer Tilly, ex- de Charles Lee Ray, que em um ritual de magia negra traz o boneco de volta à vida. Sua primeira vítima é uma paródia de Marilyn Manson, que tem seu piercing no lábio arrancado e sufocado por uma almofada. Detalhe na cena o noticiário na TV mostrando o corpo quando é encontrado, e uma foto do sujeito todo maquiado como gótico infernal trash metal malvado e ao lado outra com sua verdadeira aparência nerd, fazendo piada com aquela lenda que Manson era na verdade o Paul de Anos Incríveis.

Mas acontece que Tiffany se lembra do canalha, chauvinista, porco, machista e escroto que ele era, e como ele havia a enganado e não pretendia a pedir em casamento, e o deixa preso em um chiqueirinho, comprando uma boneca de noiva para fazer companhia a ele. Puto da vida, Chucky escapa e acaba eletrocutando a vixen na banheira, jogando uma televisão onde era exibido A Noiva de Frankenstein da Universal. O psicopata então usa seu conhecimento em magia negra e transfere a alma da moça para a boneca em vingança.

Três é demais...

Três é demais…

Para que eles possam voltar à forma humana, Chucky precisa de um amuleto que fora enterrado junto com o corpo de Charles Lee Ray (detalhe: ele nunca precisou desse amuleto em nenhum dos outros filmes) e Tiffany contrata seu vizinho, Jesse (Nick Stabile) para levá-los até o cemitério em Nova Jersey. Só que Jesse é perdidamente apaixonado por Jade (Katherine Heigl) que mora com um tio linha dura, o chefe de polícia Warren Kincaid (John Ritter) que restringe sua liberdade. O casal de pombinhos resolve fugir para poderem se casar, sem imaginar que estão levando os dois maníacos de plástico de carona.

Daí é aquela velha história. Começa a contagem de cadáveres com mortes das mais elaboradas e sangrentas pelo padrão que víamos nos novos slasher movies da época, Chucky tentando se adaptar aos anos 90, pois está fora de moda e há dez anos destruído (meio que mandando a cronologia dos outros filmes às favas) e um monte de situações esdrúxulas que finalmente resolve fazer piada de si mesmo enquanto levava-se extremamente a sério nos filmes anteriores, como, por exemplo, o sexo entre bonecos e a pergunta de Tiffany se ele tem camisinha, e ele responde que é TODO feito de borracha. Gênio!

Outra dessas tiradas sensacionais é quando Kincaid está inspecionando a van, e Chucky quer mata-lo, pegando um martelo, e Tiffany lhe diz que é muito previsível, afinal essa foi a arma com que ele fez sua primeira vítima lá em Brinquedo Assassino. Ao invés disso, inspirado no improviso de Martha Stewart, a musa de Tiffany, eles preparam uma armadilha que enchem o rosto do policial de pregos, que fica igualzinho ao Pinhead, e ao encará-lo, Chucky emenda: “Por que isso me parece tão familiar?”. Isso sem contar que num bate-papo casual com Tiffany, para explicar tudo que havia acontecido com ele, solta a pérola: “se isso fosse uma sequência, seria preciso dois ou três filmes para isso”.

Eu respeito quem torça o nariz para A Noiva de Chucky, mas eu tenho aí em cima meus argumentos a favor da fita. Afinal,  é um boneco que mata gente e faz piada, pelo amor! E acertadamente seguiram nessa toada no quinto filme, uma vez que num daqueles absurdos toscos hilários, Tiffany fica grávida e dá a luz a um brinquedinho assassino no final deste aqui.

4:20

4:20

Serviço de utilidade pública:

O DVD de A Noiva de Chucky está atualmente fora de catálogo.

Download: Torrent + legenda aqui.


Marcos Brolia
Marcos Brolia
Jornalista, editor e idealizador do 101HM, é fanático por filmes de terror (ah, vá!) desde que se conhece por gente, dos classudos aos mais bagaceiras. Adoraria ter um papo de boteco com H.P. Lovecraft e virar um shot toda vez que ele falasse a palavra “indizível”.

0 Comentários

  1. Leonardo disse:

    Acho o filme bom até a parte em que ele mata Tiffany. Até ali o humor tava num tom legal, as referencias a outros filmes do gênero também. Depois que ela vira boneca e eles ficam naquela de discutir relação, fica besteirol DEMAIS pro meu gosto. Mas pelo menos as mortes são as melhores da série. Pelo menos em comparação aos 3 primeiros, porque do quinto filme eu não lembro de NADA.

  2. Papa Emeritus disse:

    Eu nunca achei nenhum filme da franquia assustador. Nem o primeiro. Eu achava maneiro, apenas isso. E da franquia eu gosto do 1 e do 2. O resto acho um saco. Eu gosto quando misturam humor e terror, mas não sou muito fã da Noiva de Chucky, e muito menos do Filho de Chucky. Mas considero esse 4º filme melhor que o 3, o 5 e o 6º filme.

  3. Matheus L. CARVALHO disse:

    Cara, que filme bosta.

  4. Wilson Junior disse:

    Bom, la vou eu discordar de novo… hahahaha… Já que o filme Brinquedo Assassino de 1988 é não só um dos meus filmes favoritos do gênero, como também um dos que mais me assustou (Talvez até seja o filme que mais me assustou, pois assisti a ele quando criança, o que me traumatizou profundamente…rsrsrsr)… Sendo assim é uma questão de honra comentar sobre esse filme…hahahaha…

    Para mim A Noiva de Chucky é um exemplo clássico de como não consigo gostar de terror que não se leve a sério. Desta forma, quando fui ao cinema ver essa película, foi como uma tentativa de enfrentar e superar os medos antigos, certo de que passaria algumas horas aflito, mas que no final conseguiria vencer esse medo… acontece justamente o contrário… quando vejo vem esse bomba avacalhada e escrachada na minha cara… Fiquei com aquela baita sensação que me venderam gato por lebre…

    Acontece que quando vou assistir a um filme de Terror/Suspense espero sair da sessão com aquela aflição e insegurança, e simplesmente não suporto filmes de terror que me despertem sentimentos inversos a isso.

    Sempre que assisto uma coisa não se leva a sério fico com a sensação que o diretor não tem confiança no próprio trabalho, e por isso se esconde de seus receios através de piadas, para que no final o telespectador pense “Ah, não me assustei, mas esse não era o objetivo mesmo…”

    Eu não gosto de pensar assim. Filmes de terror para mim, tem que pelo menos tentar assustar. Pois o mais difícil, é realmente isso. Acredito, que não basta um filme ser bom para assustar, é preciso muito mais que isso. É preciso mexer com o imaginário de telespectador, é preciso ser criativo, é preciso tentar mexer nas feridas e desvendar o que realmente assusta. E isso é muito difícil de se conseguir. Por isso é mais fácil se esconder em piadas, do que tentar invocar o medo. Por isso
    é mais fácil escrachar e avacalhar, do que se levar a sério.

    …E quando você fala que o 1º filme não mete mais medo em ninguém. Realmente, assistir depois de adulto, tira muito seu poder de assustar, mas mesmo assim fiquei sim muito tenso, muito mais do que em outro filmes com certeza! Aliás, IMENSA maioria de filmes de terror não assustam depois de velho, é muito difícil achar algum filme que realmente assuste (só me lembro de dois que me meteram medo: “O Exorcista” e “Atividade Paranormal”).

    Sendo assim acho injusto falar que O Brinquedo Assassino (1988) não assusta depois de velho, sendo que qualquer outro filme de terror também não… E não somente isso, acho que O 1º de Chucky é disparado o pior filme a se mostrar para uma criança!!

    Então, mais uma vez defendo o Brinquedo Assassino, que é um dos raros filmes que me amedrontaram quando pequeno, e que mesmo vendo depois de velho continuo achando muito bom. E o mais importante, ele se leva a sério!!

    Abraços e Parabéns pelo site!!

    • Papa Emeritus disse:

      Eu também tenho esse pensamento que filme de terror tem que assustar (os melhores filmes do gênero são os mais assustadores), mas eu já discordo quando você diz que um filme de terror não pode misturar humor.

      Bom, se a gente voltar atrás no tempo, podemos encontrar ótimos exemplos de filmes de terror que misturam humor na sua fórmula. O Evil Dead 2 mistura esses dois elementos e é um ótimo filme (eu prefiro o 1, que apesar de ter menos orçamento, passa um clima mais assustador). Fome Animal do Peter Jackson mistura humor e terror de uma maneira soberba. A Volta dos Mortos-Vivos é uma delícia de filme (ficou meio gay isso que eu disse, mas é uma delícia mesmo, kkkkkkkkkkkk). Street Trash não sei se pode ser considerado terror, mas é hilário e tem cenas nojentonas. Um Lobisomem Americano Em Londres tem um pouco de humor (afinal é do John Landis, diretor de comédias), e mesmo assim ele apresenta cenas que pra mim eram assustadoras.

      Quanto ao filme não assustar mais… veja bem, isso varia de pessoa pra pessoa. O primeiro filme de terror que eu vi foi A Hora do Pesadelo. Vi no final dos anos 80 quando eu era criança. E me meteu medo pra caralho esse filme. Eu vi ele no SBT. Quando abriu uma locadora perto de casa o primeiro filme que fui alugar foi justamente A Hora do Pesadelo, porque eu queria enfrentar aquele medo que eu tinha do filme. E claro, por muitos anos revendo o filme eu continuei a sentir medo dele. Mas ao longo da minha vida (tenho 33 anos) eu acho que já vi A Hora do Pesadelo mais de 50 vezes (deve ser o filme que mais vi na vida, não sei ao certo), e hoje em dia eu simplesmente não sinto mais medo do filme, pois já assisti tantas vezes, já sei todas as cenas e falas de cor, que não tenho mais medo. A mesma coisa aconteceu comigo com O Exorcista. Eu acho que também devo ter visto O Exorcista umas 50 vezes, e apesar de continuar achando um filmaço, ele também não me mete mais medo. Alien me metia medo pra caralho na infância, e é outro filme que não sinto mais medo. O Enigma do Outro Mundo do John Carpenter é outro que me dava pesadelos, e hoje não sinto mais medo. Acho que se você experimentar ver o filme várias vezes você perde o medo dele. Eu não costumo ver filmes de comédia (já vi vários, mas não é minha praia), e muitos filmes bons de comédia, conforme você vai revendo, você percebe que as piadas perdem a força com o passar dos anos. Acho que é algo parecido com o terror. Um filme assustador pode deixar de ser se você assistir ele demais. Os filmes que citei (A Hora do Pesadelo, O Exorcista e Alien) continuo achando ótimos filmes. Mas eles não me metem mais medo. Aliás, o último filme que conseguiu me meter um pouco de medo foi o “recente” Invocação do Mal (que tem situações bem clichês, mas ele trabalha a tensão, por isso consegue meter um pouco de medo). Eu vi Babadook e ADOREI o filme, mas não senti medo (devo ter sentido um pouco de tensão, mas medo mesmo eu não senti).

      Eu não sei se estou ficando velho ou outra coisa, mas já tem bastante tempo que eu não sinto mais medo de filmes de terror (que é de longe o gênero que mais gosto). Eu acho que quando eu era criança eu acreditava que aquilo que eu via na TV era verdade. Com o tempo eu fui descobrindo que cinema é tudo truque, tudo faz de conta. E isso talvez faça perder um pouco da magia. Cara, O Império Contra Ataca tinha uma cena do Mestre Yoda que me dava pesadelos. Hoje em dia eu sei que ele é um boneco, mas quando eu era pirralho achava que era real. E O Império Contra Ataca não é terror. Pra você ver que não era apenas filmes de terror que mexiam com o meu imaginário.

      O Tubarão do Spielberg não me mete mais medo, mas ele CRIOU um trauma em mim. Até hoje eu tenho medo de mergulhar em alto-mar por causa desse filme (já mergulhei em alto-mar duas vezes só e com cagaço). O filme Alligator não me mete mais medo (nem lembro se já senti medo dele alguma vez) mas é outro filme que criou trauma em mim. Aqui no meu bairro, eu já passei numa ponte que fica sobre um canal que vai direto pro esgoto, e já vi jacarés ali. Tubarões e crocodilos são coisas reais, por isso eu tenho medo desses bichos. Já nos filmes a gente sabe que é tudo de mentira (por mais bem feito que os filmes sejam).

      Eu acho que com o tempo a gente vai perdendo o medo dos filmes. Eu tenho muito mais medo hoje de coisas do mundo real do que dos “monstros” de filmes de terror. Aliás, eu AMO os monstros dos filmes de terror, e odeio/tenho medo dos “monstros” da vida real.

      Fallow, abraços!

      • Gente, esses comentários estão melhores que o post! 😀

      • Wilson Junior disse:

        É… uma das coisas ruins de se envelhecer é justamente isso. Muitas das coisas que se gostava de fazer antigamente perdem seu sentido, e perdem a graça.
        Por exemplo, tem várias bandas que gostava, que ainda gosto, mas que hoje simplesmente não consigo escutar mais, sabe, não dão aquele animo que davam antigamente… sei lá, parece que simplesmente por não fazerem mais parte do meu contexto, perderam toda a força, mesmo ainda gostando da banda…

        E com filmes de terror isso fica ainda mais evidente, pois a IMENSA maioria dos filmes perdem sua força, justamente pelas pessoas já não terem mais medo do fantasioso e sim do mundo real mesmo… E acho que é especificamente por isso que respeito muito filmes como Brinquedo Assassino, e o próprio A Hora do Pesadelo que você citou.

        Pois por mais que eles não consigam assustar um adulto, há de se levar em conta a absurda força que filmes como esses podem ter na mente de alguém com imaginação mais aguçada. Por exemplo nesses dois filmes, após assistir a película, a pessoa vai estar em constante contato com as situações de terror impostas pelo filme (no caso do primeiro um boneco qualquer, no caso do segundo o sono que uma hora virá). E acho que é essa a grande sacada de um bom filme de terror, é tentar de alguma maneira que as aflições e tensão do protagonista/vitima, possam acontecer com qualquer um, a qualquer momento.

        O Exorcista é outro filme que atinge seu objetivo com maestria. Um filme que consegue colocar uma excelente história e atuações soberbas, dentro de um contexto angustiante e perturbador. É um filme tão assustador, que chega a ser quase um drama…

        Só que mesmo sendo excelente em todos os sentidos, não se pode afirmar que todos terão medo ao assistir o longa… Pois cada um é cada um, e cada um tem sua crença, e a meu modo de ver o medo esta relacionado diretamente com sua crença e naquilo que você acredita.

        Nunca esqueço de quando era criança… Sempre tive medo do sobrenatural, de espíritos e coisas desse tipo… mas também nunca tive medo de Alienígenas e Zumbis (mesmo gostando de filmes com mortos vivos e seres de outro planetas). Sendo assim, assistir filmes de assombrações era ter certeza de que passaria noites em claro… ao contrário de filmes de Extraterrestres (Coisa que nunca acreditei, e que por isso, nunca me assustaram).

        … Acontece que nessa mesma época tinha um amigo que acreditava em E.T. e não acreditava no sobrenatural… ou seja, os filmes que ele tinha medo era justamente os quais eu não tinha e vice versa.. (consequentemente ele não tinha medo daquele maldito boneco que me perseguiu quase que a vida inteira…hahahah)

        Sendo assim acho que para se avaliar um filme de terror, o medo é um fator importante… mas talvez não seja o principal, já que não irá assustar a todos… Acredito que a forma como se é abordado o medo seja talvez até mais importante, a forma como ele acontecerá, mostrando que aquela situação pudesse acontecer em um momento na vida do telespectador. Isso é o que me cativa em um filme de terror, mesmo que o filme não me assuste, mas que me deixe pensativo, com uma sensação de que talvez aquilo não seria impossível de ocorrer..

        Por isso respeito tanto filmes terror que com originalidade e criatividade, tentem fazer com que o telespectador se coloque na pele do protagonista, pois independentemente se irão assustar ou não, o caminho a ser percorrido é esse… é tentar mexer na ferida de cada um… somente assim o medo poderá voltar ao apagar das luzes…

        Abraços a todos amantes de filmes de terror!

    • Seu argumento tava ótimo até a parte em que disse que se assustou com Atividade Paranormal, que de assustador aquela bomba não tem NADA. E concordo com a resenha, quando crianças, até um coelho branco assassino é assustador, mas um boneco assassino, por mais que dependendo de quem faça possa até mesmo ser assustador, é piada pronta, né. xD

  5. alucardcorner disse:

    Em relação ao filme está em segundo lugar na longa lista de filmes de esse boneco assassino. Mancini não foi burro e percebeu que meter um boneco a correr e a gritar e um lado para o outro não ia levar a lado nenhum, logo deu-lhe toques de humor que fizeram um filme bem diferente e mais “colorido”.

    Boa critica ! Congrats!

  6. Matheus L. CARVALHO disse:

    “O Filho de Chucky” também é uma bosta. Mas, em compensação, o visual da Tiffany é melhor do que o desse filme.

  7. […] do puritanismo cinematográfico não conseguem entender isso. Assim como não conseguem entender A Noiva de Chucky e o O Filho de Chucky, por exemplo. Jason X apenas joga na nossa cara de fã o quanto é tosco e […]

  8. […] criador do serial killer de plástico mais infame do cinema de terror, acertou em mudar o tom em A Noiva de Chucky, deixando de se levar a sério e entregar filmes fracos e péssimos (leia-se parte 2 e 3), e partir […]

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

%d blogueiros gostam disto: