TOPE NOVE – Melhores de 2017 por Angelus Burkert

2017 foi um ano bem fraco para o cinema de terror se levarmos em comparação os três últimos anos. Ainda assim, tivemos bons filmes sendo lançados,e agora trago para vocês a minha humilde seleção com o TOPE NOVE dos melhores filmes do gênero em 2K17!

9) The Void

Steven Kostanski e Jeremy Gillespie pegaram influências de diversas fontes, como Hellraiser, O Enigma de Outro Mundo e H.P. Lovecraft, entregando um horror cósmico de encher os olhos com efeitos práticos e gore muito bem feitos.

Quando você é fã de Pink Floyd

8) Better Watch Out

Pense em A Babá, produção da Netflix lançada também esse ano e inverta os papéis. Porém adicione uma carga psicológica forte, boas atuações e um clima de perseguição gato e rato e voilá, temos um dos melhores exemplares de horror com tema natalino.

Aí Netflix!

7) The Devil’s Candy

O australiano Sean Byrne merece destaque com seu terror satânico, com uma direção que preza pelo suspense, um desenvolvimento de trama ótimo e heavy metal do bom. Não há como negar que “O Doce do Sete Pele” é um dos melhores exemplares desse ano.

Dória não aprovou este filme

6) A Dark Song

Uma mãe resolve participar de um ritual satânico para tentar se comunicar com seu falecido filho. Um filme minimalista, com uma atmosfera lúgubre, uma dinâmica incrível entre os protagonistas Sophia (Catherine Howard) e Joseph (Steve Oram) e uma fortíssima carga dramática. O longa irlandês foi uma grata surpresa.

Faz um tribal aí

5) Mãe!

De longe foi o filme que mais mexeu com a minha cabeça nesse ano, pois pelo trailer, pensei que seria apenas mais um terror psicológico. Mas o longa de Darren Aronofsky foi totalmente diferente: sua violência, suas metáforas bíblicas são de um impacto tremendo, tudo funciona melhor ainda graças a direção afiada e as atuações. Mindblowing para um caralho!

Ufa, por um minuto pensei que fosse o Anton Chigurh!

4) Fragmentado

M. Night Shyamalan volta à forma com tudo em seu thriller psicológico que mostra um homem com vinte e três personalidades diferentes que rapta um trio de garotas adolescentes, contando com um James McAvoy magnífico, um plot twist memorável (Shyamalan né…), uma progressão de suspense incrível e um final… ah, o final…

Conjutivite da braba!

3) Corra!

O comediante Jordan Peele chegou com dois pés no peito em seu debut na direção, usando Corra! como uma metáfora ao racismo, repleto de críticas sociais e um nível de suspense inquietante. Além disso também temos um alívio cômico acertadíssimo. O longa foi um dos mais aclamados do ano que passou, ostentando um 99% no Rotten Tomatoes com base em 298 críticas!

Eis que falam na rodinha que você fez o Death Note da Netflix

2) Ao Cair da Noite

Minimalista, pessimista, totalmente atmosférico, com um final livre para interpretação do espectador, o longa de Trey Edward Shults mostra um cenário pós-apocalíptico repleto de paranoia e desconfiança onde um surto altamente contagioso devastou o mundo inteiro e uma família luta pela sua sobrevivência dia após dia. Esse é mais um grande exemplo de ótimos filmes que chegam até aqui mas não agradam a já famosa “geração jumpscare“.

Aquele momento que falta luz e você precisa ir no banheiro…

1) It: A Coisa

A volta de Pennywise às telonas nos trouxe uma direção precisa de Andrés Muschietti, prezando pela criação de suspense e atmosfera com desenrolar de trama totalmente cuidadoso. O Palhaço Dançarino consegue ser ainda pior que no original (no bom sentido!), mal, cruel e assustador, pra matar do coração os coulrofóbicos de plantão. O filme assusta na medida certa, e com certeza, é uma das melhores adaptações de Stephen King para os cinemas.

Quando toca aquele funk de qualidade na balada


Angelus Burkert
Angelus Burkert
Psicopata em formação. Pegou gosto pelo cinema de horror após ir até a sessão de VHS de terror na locadora e olhar todas as capas de filmes possíveis. Fã confesso de música e games, provável que não mude nada com o passar dos anos, exceto o amor pela carnificina.

2 Comentários

  1. ed disse:

    Eu não sei se leio a crítica ou se rio das (ótimas) legendas dos gifs…

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